A ida a Roscoff foi boa; quando chegamos na quarta fomos comer crepes e depois fomos para o hotel. Ainda tentamos ir a um pub mas estava tudo fechado. No inverno Roscoff é uma vila deserta... A maior parte das lojas/restaurantes estão fechados, a vila quase que parece fantasma; mas foi bom estar assim em contacto com a natureza, ouvir e cheirar o mar, "ouvir" o silêncio e respirar ar puro...
Claro que Roscoff nunca será o mesmo, as pessoas que fazem parte do "meu" Roscoff não estam mais lá e descobri que um dos edificios onde tive aulas foi deitado abaixo para a construção de um novo edificio, até a cantina já não é onde era... Mas a reunião correu bem. Apesar de me ter sentido um bocado deslocada (afinal eram so franceses e apesar de eu falar frances não consegui evitar a sensação de intrusa). A apresentação lá correu, como sempre fui mais rapida do que uma flecha e à ultima da hora decidi-me mesmo pelo inglês - a verdade é que não me sentia preparada para enfrentar uma audiência em frances, porque eles dizem que falo bem mas depois dizem que a minha pronúnicia é mignon - e claro uma pessoa fica apreensiva.
Ontem aproveitei a banheira do hotel e tomei um longo banho de imersão que me soube mesmo bem... Também comecei a ler o livro sobre a Marie Curie, cuja leitura continuei hoje na longa viagem de TGV Morlaix-Paris (são 4h de comboio por isso acreditem que é mesmo longa) e estou completamente fascinada pela Marie Curie. Que mulher, que cientista! Recomendo!!!
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E agora fotos:
Vista do meu quarto

As famosas marés de Roscoff
Vista da sala de conferências 
Vista da sala de conferências 
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